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Governo resiste a baixar ICMS e preço da gasolina não deve cair nos próximos dias
Congelamento da pauta fiscal dos combustíveis mantém preços como estão até fim da primeira quinzena de março
MIDIAMAX
Apesar da pressão popular e da oposição na Assembleia Legislativa, o governo do Estado resiste em reduzir a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a gasolina, hoje em 30%. O percentual é o quinto maior do País, atrás só de Rio de Janeiro, Piauí, Minas Gerais e Maranhão.
Mais cedo, o governo estadual divulgou que decidiu não mexer na pauta fiscal dos combustíveis para os próximos 15 dias. O que, na prática, não significa que os preços da gasolina, do etanol e do óleo diesel vão cair nas bombas.
A cada 15 dias, a Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) elabora uma média de preços praticados nos postos do Estado, chamada de PMPF (Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final). É em cima dele que se calcula o ICMS incidente sobre o combustível.
No caso da gasolina, mais consumida pelos motoristas, o PMPF vigente desde 16 de fevereiro é de R$ 5,0205. Com isso, o consumidor vem pagando R$ 1,506 só de ICMS por litro. O congelamento mantém esses valores até o fim da primeira quinzena de março.
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), vinculado ao Ministério da Economia, publicou a tabela atualizada do PMPF por estado nesta quinta-feira (25), no DOU (Diário Oficial da União). A média dos demais combustíveis, inclusive gás de cozinha e querosene para aviação, também foi mantida em Mato Grosso do Sul. Outros quatro estados – Acre, Ceará, Maranhão e Santa Catarina – fizeram o mesmo.










