ANGÉLICA: Pastor suspeito de estupro de vulnerável, já foi preso por violência doméstica


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JORNAL DA NOVA

A Polícia Civil de Angélica prendeu, nesta quarta-feira (16/06), dois homens suspeitos de cometerem crimes de estupro de vulnerável contra adolescentes com menos de 14 anos.

 

As prisões preventivas aconteceram na cidade de Ivinhema, contra um pastor e um construtor morador em Ivinhema e o pastor da cidade de Angélica.

 

O Jornal da Nova apurou que o pastor no mês de maio deste ano, foi preso por ameaçar a esposa mediante a violência doméstica e até policiais militares, em Angélica.

 

O suspeito no dia 4 de maio saiu atrás da mulher pela cidade de Angélica, após ela escapar dele e pernoitar em um hotel. No dia seguinte, a vítima saiu se escondendo por alguns estabelecimentos comerciais até que acionaram a Polícia Militar, que encontrou o suspeito em um comércio e a mulher escondida aos fundos.

 

A mulher foi levada para o Hospital ABA (Associação Beneficente Angélica) onde passou por exames e o suspeito para a Delegacia de Polícia Civil.

 

Aos policiais ela relatou que devido o pastor ser um ex-usuário de drogas e após voltar de Araçatuba (SP), onde viajou para visitar parentes, houve recaída, passou a ficar muito nervoso e consumir entorpecentes com frequência.

Pastor e construtor descendo no hospital para exames de corpo de delito - Foto: Ivinoticias

A mulher disse que estava sendo ameaçada de morte e que no passado sofreu muita violência física do suspeito e, temendo por sua vida, resolveu fugir e procurar um abrigo, mas ele não a deixou em paz e começou a procurá-la.

 

Para disfarçar a agressividade, o pastor na frente das pessoas dizia que a vítima era doida e que ela estaria traindo ele e tendo vários casos na cidade.

 

Mas na Delegacia de Polícia Civil, ele passou a ameaçá-la na frente dos policiais militares, que se fosse preso, ao sair iria matá-la, pois a vítima conhecia seu passado e sabia do que ele seria capaz.

 

Além de ameaçar a mulher, ele relatou que acabaria com a vida dos policiais militares, onde denunciaria tanto para o superior quanto para a Corregedoria da Polícia Militar.

 

Neste dia ele foi autuado em flagrante e a vítima havia requerido medidas protetivas de urgência, pois temia por sua vida.




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