Nova-andradinense é condenado a 7 anos de prisão e vai cumprir na super máxima

Luiz Guilherme Dutra Toppam foi transferido de Ponta Porã para Campo Grande


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JORNAL DA NOVA

O nova-andradinense Luiz Guilherme Dutra Toppam, de 25 anos, conhecido como Coxinha - Foto: Arquivo/Senad/Divulgação
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O nova-andradinense Luiz Guilherme Dutra Toppam, de 25 anos, conhecido como “Coxinha”, foi condenado a 7 anos e oito meses de prisão, da “Operação Exílio”, deflagrada pela Polícia Federal dia 25 de junho do ano passado, em Ponta Porã.

 

O Jornal da Nova apurou que “Coxinha” foi transferido neste domingo (4) do Presídio de Ponta Porã para a Penitenciária Estadual Masculina Regime Fechado da Gameleira 1.

 

No transcorrer das investigações, descobriu-se que a organização criminosa investigada é liderada por indivíduos foragidos do sistema prisional paulista, os quais seriam vinculados ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Os investigados seriam responsáveis por comandar ações de interesse do PCC na região de fronteira formada pelas cidades-gêmeas Ponta Porã e Pedro Juan Caballero (Paraguai). Ainda, verificou-se que os integrantes da Orcrim ocupavam imóveis de alto valor agregado e transitavam em veículos de luxo, adquiridos com valores oriundos da prática de atividades criminosas.

 

As ações reforçam a diretriz de atuação da Polícia Federal relativa à desestruturação financeira e estrutural das grandes organizações criminosas com a responsabilização penal de seus integrantes, sobretudo seus líderes.

 

No dia a operação, a polícia apreendeu 14 granadas, R$ 50 mil, quatro fuzis, duas pistolas e sete carros de luxo. Além disso, 500 quilos de maconha também foram apreendidos.

 

Liberdade quebrada

 

Desse processo, Luiz Toppam chegou a ganhar liberdade provisória e tinha que se manter longe da fronteira, mas dia 11 de fevereiro desse ano, foi preso em território paraguaio, dentro da “Operação Fronteira Segura” deflagrada por agentes especiais da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) do Paraguai, com apoio da inteligência da Polícia Federal brasileira, contra integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

 

De acordo com a Senad, entre os presos estavam os mais sanguinários membros da facção criminosa, responsáveis por dezenas de execuções na linha internacional nos últimos meses.

 

Em uma casa de alto padrão na área central de Pedro Juan Caballero, os agentes da Senad encontraram um sofisticado laboratório para produção de maconha com alto poder de concentração de THC, principal substância psicoativa encontrada na planta. Com sistema de refrigeração e iluminação especial, a estufa estava lotada com pés de maconha em desenvolvimento.

 

Após ser expulso do Paraguai, Toppam ficou preso até sair sua sentença da primeira operação da Polícia Federal, que o condenou em 7 anos e oito meses, que será cumprido na super máxima.




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