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Novo presidente do Santos lida com déficit de R$ 62 milhões e tenta reduzir folha
GAZETA ESPORTIVA
Nesta terça-feira, Marcelo Teixeira completa exato um mês de sua eleição como presidente do Santos para o triênio de 2024 a 2026. Com tão pouco tempo no cargo, o dirigente já precisa lidar com uma série de problemas, como um enorme rombo financeiro herdado da antiga gestão e uma alta folha salarial.
Em coletiva de imprensa realizada na última segunda, na Vila Belmiro, Marcelo Teixeira ilustrou a crise financeira vivida pelo clube em números. De acordo com ele, o último presidente, Andres Rueda, deixou na equipe um rombo de R$ 73.621.105,00.
Essa quantia diz respeito a um déficit de R$ 62,6 milhões, além de outros compromissos em aberto, por volta de R$ 10,9 milhões, que precisam ser pagos até o dia 10. Para isso, a diretoria conta com quase R$ 140 milhões que foram arrecadados com a venda de jogadores.
Sob o comando de Teixeira, o Peixe já negociou Dodi, John, Jean Lucas, Gabriel Pirani e Marcos Leonardo. Soteldo, Lucas Barbosa e Lucas Braga foram emprestados, sendo que os dois primeiros não renderam nenhum montante aos cofres do clube, a não ser a economia dos vencimentos.
"Quando estivemos empossados, fiz um compromisso de que faríamos as primeiras exposições da realidade que nós assumimos o Santos. De uma forma objetiva e rápida, nós vamos procurar esclarecer. Nós queremos ter como marca a transparência da gestão", disse o dirigente.










