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Equipe de Maíra Cardi rebate condenação e revela mais detalhes do processo:”Notícia distorcida”
METROPOLITANA 98.5 FM
Nesta sexta-feira (7), após ser divulgado a notícia de que a influenciadora digital e ex-BBB, Maíra Cardi, foi condenada na esfera criminal por um crime de difamação, a equipe da coach se pronunciou sobre a acusação.
A assessoria dela se manifestou através de uma nota enviada ao portal ‘NaTelinha’, afirmando “que essa não é a verdade dos fatos”.” Já tendo sido tomadas providências judiciais quanto a forma de divulgação dessa notícia distorcida e inverídica. Uma vez que a condenação foi convertida em pena pecuniária, ou seja, ao pagamento de determinado valor”, diz a nota.
“Cabe avaliar qual foi a intenção do médico em expor uma informação distorcida e de um processo que corre em segredo de justiça e não poderia ser exposto dessa forma nas redes sociais. Destaca-se que o processo ainda não transitou em julgado e ainda cabe recurso, o que será feito uma vez que entendemos que as ofensas partiram do referido profissional”, continuou.
Para finalizar, os advogados da ex-BBB, disseram que tudo será resolvido na justiça.”Não podemos trazer essa discussão a público sob pena de caracterização de crime.”
Entenda o processo
A influenciadora digital foi condenada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por um crime de difamação em um processo aberto pelo nutrólogo Bruno Cosme.
Segundo o próprio médico, ele ganhou a ação judicial. “Acabo de receber a notícia de que ganhamos o processo contra a senhora Maíra Cardi. Ela foi condenada na esfera penal pelo crime de difamação contra mim, endo sido imputada uma pena de nove meses de detenção. Essa foi uma importante decisão que mostra que nós, profissionais da saúde, não devemos nos abster de alertar a população dos males que orientações leigas podem trazer para a saúde das pessoas”, escreveu Bruno em seus stories.
No ano passado, Bruno criticou o curso da influenciadora de emagrecimento, usando termos como: “irresponsabilidade” e “desserviço”. A ex-BBB chegou a comentar sobre a opinião do médico, com expressões como, por exemplo,”Bruno de merda”, “doutor de merda”, “jovem de merda” e “senhor rato”. Maíra foi condenada a 9 meses de detenção, podendo pagar o valor de R$ 24.200,00. E uma multa de 30 salários mínimos ao Bruno.










