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Preso com 3 mil arquivos de pornografia infantil é alvo de nova operação em Campo Grande
Investigado havia sido preso na última sexta-feira (28) e, na quarta (2), foi alvo de nova operação
MIDIAMAX
Um homem, preso com aproximadamente três mil arquivos de material pornográfico infantojuvenil, na última sexta-feira (28), foi capturado novamente na quarta (2), durante a Operação Infância Segura VI, em Campo Grande.
Na semana passada, o Jornal Midiamax noticiou que o investigado havia sido preso em flagrante em uma ação da UICC (Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos) do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em conjunto com a 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.
Poucos dias após o flagrante, o mesmo homem foi alvo de mandado de prisão preventiva na quarta-feira (2), expedido pela Veca (Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente), por armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil, durante a Operação Infância Segura VI.
O caso é investigado em segredo de Justiça.
Operação Infância Segura
A investigação apura o crime de armazenamento de material de abuso sexual infantil. De acordo com o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime possuir ou manter registros com cenas de sexo explícito ou conteúdo pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.
Segundo o MPMS, como o crime é considerado permanente enquanto o material permanece armazenado, a constatação do conteúdo durante o cumprimento do mandado permitiu a prisão em flagrante.
A investigação começou a partir da ronda virtual realizada pela UICC, que identificou a existência do material na internet.
Agora, as evidências digitais apreendidas serão analisadas para identificar a extensão das condutas investigadas e verificar a possível participação ou envolvimento de outras pessoas no caso.
Como denunciar?
O MPMS orienta que imagens e vídeos de abuso sexual infantil não sejam compartilhados, mesmo com a intenção de denunciar o crime, inclusive em grupos de aplicativos de mensagens ou redes sociais.
As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do MPMS, aos Conselhos Tutelares e a outros órgãos de proteção à criança e ao adolescente.












